Com o regresso às aulas, regressa também a atenção à saúde visual.
Identificar atempadamente uma dificuldade de visão pode fazer a diferença no percurso escolar de uma criança, sobretudo porque os primeiros sinais nem sempre são fáceis de reconhecer. É nesse contexto que o projeto Ver Melhor o Mundo regressa às escolas públicas associadas aos bairros municipais de Lisboa, com novos rastreios visuais.
Até ao final do 1.º trimestre do novo ano letivo – 2026/2027, a iniciativa irá percorrer várias escolas da cidade, dando continuidade ao trabalho desenvolvido e assegurando o encaminhamento adequado sempre que sejam identificadas necessidades de correção visual.
São várias as escolas envolvidas neste início de ano escolar. A iniciativa vai estar na Escola Infante D. Henrique, AE Francisco de Arruda, EB Agostinho da Silva, EB Armador, EB Santo António, Escola de Marvila 2+3, EB1 Pintora Maluda, EB Prista Monteiro, EB Dom Luís da Cunha e EB Mestre Arnaldo Louro de Almeida.
Promovido pela Gebalis, em parceria com os Serviços Sociais da Câmara Municipal de Lisboa e o Fundo de Apoio ao Desenvolvimento da Óptica e Optometria António e Cecília Câmara, o projeto está a ser implementado de forma faseada ao longo de três anos letivos abrangendo alunos do 1.º ciclo ao ensino secundário.
A baixa acuidade visual não corrigida é uma das principais causas evitáveis de dificuldades escolares e pode ser um fator silencioso de exclusão escolar. Estudos internacionais demonstram que a utilização apropriada de óculos pode aumentar o desempenho escolar até 30%.
Mais do que cuidar da saúde visual, o projeto Ver Melhor o Mundo pretende garantir que cada criança tenha as condições necessárias para aprender, participar e desenvolver todo o seu potencial.
